8ª CORRIDA DE REVEZAMENTO ENTRE PARQUES - 23/02/2014

Estacionei o carro, subi 4 andares até o meu apartamento, abri a porta e me joguei no chão da sala. Ali permaneci pelos menos uns 10 minutos, como que anestesiado, curtindo um descanso merecido depois de quase chegar à exaustão física e mental no Revezamento dos Parques 2014. Não é tarefa nada fácil coordenar 18 equipes, 10 carros de apoio, 44 atletas (sendo também um deles) em um percurso de 23 km, passando por 5 parques de uma grande cidade como Curitiba.
O trabalho começou bem antes do dia marcado, quando foi lançado o desafio para essa corrida, as pessoas começaram a reservar suas vagas nas duplas ou quartetos, marcamos a reunião para definirmos as equipes e acertamos os detalhes.
Ponto de Encontro
Hoje, 23/02/14, o celular despertou às 5 da madruga. O horário de encontro era às 6:00h. O Sassá registrou essa chegada assim: “Nos encontramos na frente da casa do Claudio, onde já havia vários JACARÉS aguardando. O Samuel prontamente já com tudo anotado e definido entregando os KITS para o pessoal já quase nos finalmente eis que surge a Primeira Dama (Luisa) de roupão para saudar a cada um que ali estava desejando uma boa corrida...” Boa lembrança, Sassá! Acho que temos algumas fotos dessa cena! Então, já a primeira alegria do dia: todos chegando no horário marcado, sem grandes atrasos nem furos. Apenas fui avisado pelo Anderson que a Daiane não poderia comparecer, porém já tinha um “reserva” no time, o Leopoldo, que não conseguiu inscrever-se a tempo. Às 6:15 já estávamos partindo rumo ao Museu Oscar Niemeyer, com paradinhas no meio do caminho para pegar Suzane e Leandro. Foram 10 carros e quase 50 jacarés no transito, entre corredores, incentivadores, fotógrafos e familiares.

No ponto de encontro as últimas coordenadas para a equipe, kits distribuídos, fotos com a galera, e antes das 7:30 quem iria correr o primeiro trecho foi para a largada, e quem tinha que ir para outros parques também pegou seu caminho. Equipe dividida momentaneamente em 4 pontos diferentes da cidade. Ironicamente, o fato de tudo estar dando certinho até o momento fez com que algo desse errado. Como estávamos prontos para a largada saímos antes da hora marcada do ponto de encontro, que era às 7:30. No horário marcado, Gislaine e Marcelo chegaram lá, e não acharam mais ninguém. E pior, foram para a largada, e ao vê-los lembrei que tinha deixado seu kit no meu carro, que a essa hora já estava no Parque Tanguá. Tentei contato com amigos que lá estavam, porém sem sucesso, e, para nossa tristeza a dupla largou sem chip nem bastão. Preciso pedir desculpas publicamente ao casal, pois prometi alguns dias antes para a Gislaine que não haveriam problemas quanto à isso.
Enquanto isso, a equipe que se dirigiu ao Parque Tanguá tinha sua visão dos fatos: Chegando ao Tanguá, estacionamos sem muita dificuldade. Havia poucos atletas presentes, a organização estava montando a tenda do ponto de transição.Nos reunimos na escadaria enfrente ao espelho d'agua, como sempre com muita alegria e descontração tirando fotos (que não foram poucas, rsrsrs) cumprimentado aos amigos colegas que por ali passavam 
Largada – Museu Oscar Niemeyer
Ainda pensando no meu erro, larguei decepcionado comigo mesmo, mas no decorrer do trajeto transformei essa decepção em motivação para chegar o mais rápido possível ao Tanguá, correr até o meu carro e buscar o kit para que ao menos a segunda parte do revezamento eles pudessem fazer devidamente numerados e com o bastão. O percurso, porém, não colaborou com a minha pressa. Muitas e longas subidas não me permitiam desenvolver como eu gostaria. 1 hora e 2 minutos após a largada eu passava meu bastão para o André Matos, e corria em direção ao meu carro em busca do kit. Corri para a esquina para esperar o casal, e nisso passei pela Alessandra, que me mostrou suas mãos e braços esfolados por um tombo que levou no caminho. Mais uma preocupação! Posteriormente descobri que essa queda lhe rendeu dois dias afastada do trabalho. Finalmente entreguei o Kit e parte do peso na consciência ficou pra trás. Bola pra frente!
Transição – Parque Tanguá
Relato do Sassá: “Quando o locutor anunciou que em alguns minutos o primeiro atleta chegaria no ponto de transição, aguardamos já com euforia quando o primeiro atleta chegou não demorou muito já teve JACARÉ apontando no funil: o Anderson Quevedo que revezou com o Jaca Wagner. Logo chegou o Leandro, Cido e os demais foram chegando...” “Saí forte, mas já fui tratando de acertar o ritmo para chegar bem até o Barigui. Durante o percurso até o Tingui passei alguns atletas, fui passado por outros, servi água , dei incentivo para alguns na subida, o mesmo aconteceu ao passar pelo Tingui onde o percurso já é bem conhecido por muitos jacarés. O Fabiano Bissule passou tentei acompanhá-lo mas acabaram-se as pilhas, da máquina tirar fotos e minha também, rsrs, disse a ele ‘faz tua prova’”
Enquanto isso eu esperava os atletas chegarem ao Tanguá, e descobri que o Junior não tinha encontrado a Sandra no São Lourenço para passar seu bastão e por isso tinha continuado, fazendo também o segundo trecho. Mas o que aconteceu com a Sandra!? Liguei para ela e ela atendeu ofegante! Disse que não tinha visto o Junior passar, e no momento estava fazendo o seu trecho, mesmo sem bastão, cumprindo a missão que tinha recebido.
Estava disposto a abortar meus planos de fazer o percurso completo correndo pois estava bem cansado fisicamente e preocupado com os imprevistos que tinham acontecido com a Ale e a Sandra. Porém, ao descobrir que nosso quarteto feminino passaria já com a estrutura sendo desarmada e o transito sendo desbloqueado decidi, por segurança, acompanhar a Débora. Com muitas dores no tornozelo ela sofreu um pouco mas, heroicamente, cumpriu também sua missão.
Transição – Parque Tingui
Na entrada do Tingui o bastão da equipe foi passado para a Suzane, e continuei acompanhando. Logo no primeiro km me arrependi dessa escolha. Eu já estava com 17km nas costas, e acompanhando o ritmo forte da Suzane, as pernas começaram a me trair. Mas, dali não havia mais volta. O jeito era continuar. Dentro do Tingui, no ponto de retorno, ainda ajudamos um competidor que havia acabado de nos passar, e estava passando reto no retorno. “Amigão! É por aqui!!!”
Hora de sair do Tingui e enfrentar as temidas e famosas “Subidas da Trombini”. O Sassá já tinha passado por ali há algum tempo, e conta: “reduzi o passo e encarei, subindo-a toda trotando, sem andar em nenhum momento, até incentivei um atleta que corria ao meu lado, muito ofegante, falei a ele que tivesse calma, vencemos a subida, entramos no Barigui onde estava minha filha Letícia e a Sandra tirando fotos.”  Já eu, cheguei a diminuir o ritmo e falar pra Suzane deslanchar pois eu não agüentava mais e iria tentar uma carona. Porém, não havia mais carona! Todos que iriam para o Barigui já tinham ido. Apertei o ritmo e segui atrás de minha colega, alcançando-a no início da primeira subida. Foi aí que a coisa piorou! Pela primeira vez na vida senti câimbras durante uma corrida. Primeiro os músculos da panturrilha esquerda começaram a puxar bem no meio da subida. Cheguei a achar que não conseguiria fazer esse último km. No topo da última subida a panturrilha direita também começou a gritar. Sentia que os músculos iriam travar a qualquer momento. Na entrada do Barigui um dos dois corredores à minha frente ainda parou e sentou no meio fio para esticar as pernas em uma atitude clara de quem também estava com câimbras. Mas nesse momento, sabendo que a partir dali só haviam descidas pela frente, busquei forças em Deus, alcancei mais uma vez a Suzane e dali fomos juntos, dando o nosso máximo e ignorando o asfalto molhado e perigoso. Ultrapassamos pelo menos 3 equipes, até avistar a linha de chegada e uns 10 jacarés nos esperando. Confesso que me decepcionei nesse momento pois esperava mais amigos para cruzar a linha de chegada... Nosso amigo Wagner foi o segundo jacaré a chegar correndo no Barigui e conta como foi essa experiência:
Após a descida do parque Barigui, já se ouvia a voz do locutor e aí a empolgação toma conta de qualquer um.
Alguns metros antes do portal já se encontravam alguns jacarés dando aquele apoio indispensável a todo que passava e ainda mais quando passava um jacaré! O jaca Elcio  e a Leticia (filha do Sassá) registrando tudo.
Após passar o portal retirei minha medalha e tomei um pouco d`agua, e ainda na aglomeração final encontrei alguns jacatletas e fomos ao encontro dos outros perto do funil de chegada. Foi uma festa só! Um parabenizando o outro e dando incentivo aos que chegavam. Após algum tempo ali, como tinha sido sugerido voltamos um pouco no trajeto para fecharmos o revezamento todos juntos. E assim, fomos vendo passar alguns atletas no seu limite, mas sem desanimar. Alguns paravam para conversar outros, tiravam foto com o Zé Jacaré e logo apontou na pista Jaca Samuel e Jaca Suzane juntos”.

Aqui volto com o meu relato para esclarecer que julguei cedo demais meus amigos! Alguns metros à frente um MAR AZUL nos esperava! Até agora enquanto escrevo esse texto me arrepio em lembrar da cena. Estavam todos lá, nos esperando! O tradicional grito de “É, é, é, SÃO JOSÉ É JACARÉ!” ecoou pelo parque! Até o portal de chegada, inflável, que já estava sendo desligado teve que se erguer de novo para esse bando passar!
Missão cumprida! Sensação de vitória! Comemoração! Fotos! Medalha! Abraços! Tive que procurar um meio fio e me sentar. A visão começou a falhar, cheguei a pensar que iria fazer um fiasco de desmaiar ali. Mania de deixar de consumir algo durante corridas mais longas, mesmo o amigão Bissule já tendo me alertado sobre isso várias vezes. Reuni os caronas, entreguei minha chave do carro ao amigo Guto, que estreou pela equipe neste domingo, e pedi: “Leva pra mim que eu não to legal”.
Enfim chegamos novamente à cena do cara jogado no chão da sala, exausto. Mas nada que um bom almoço e um cochilo no meio da tarde não recuperassem. O cansaço logo passou, mas as lembranças das experiências vividas juntamente com toda essa família não passarão tão cedo da minha memória.  Quanto aos elogios e agradecimentos que recebi no final e ainda continuo recebendo só quero deixar um pensamento que traduz o segredo do NOSSO sucesso nesta prova: “Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos!!!”.


Samuka, Sassá e Xexa... 
ou Samuel, Marcio e Wagner, como preferirem!

CORUPÁ EXTREME MARATHON - 22/02/2014


Na sexta-feira, partimos rumo a Corupá – SC. Eu, Fátima Ribeiro junto de Adriana, Cláudio e Rudival.
Minha ansiedade era tanta para essa corrida que eu estava me preparando a 2 meses atrás.. Quando chegou a semana da corrida peguei férias do trabalho para não ficar cansada, afinal, minhas pernas tinham que estar ótimas! Meu nervosismo só me fazia pensar “Será que irei conseguir correr na montanha?” Mas é  lá no “mato”, longe da poluição, dos carros, da cidade que eu me encontro... Como estava dizendo, na semana da corrida peguei uma gripe e pensei “Meu Deus!!! O que será de mim agora? Não vou conseguir...” Logo fui na farmácia e tomei vários antigripais que haviam me recomendado, mesmo assim não valeu muita coisa.
Então chegou o tão sonhado dia, partimos rumo a Corupá e lá vai eu com minha gripe e meu nariz trancado, mas Jacaré é casca grossa! Chegando na cidade, fomos para o Hotel Tureck Garten retirar os kits e lá mesmo aguardamos para apresentação técnica da corrida. Há uns dias atrás recebemos um e-mail da TRC comentando a respeito da dificuldade do percurso e eu já estava apreensiva e com medo das tais famosas peçonhentas que poderíamos encontrar no meio do caminho. Já não basta a gripe e ainda cobra é pra acabar kkkkk.
Ficamos hospedados na cidade de Jaraguá do Sul, onde chegamos às 21h no hotel, onde já deixamos as nossas malas e fomos para o jantar, porque no dia seguinte iríamos enfrentar muita subida e lama, precisávamos nos alimentar bem. 
A noite para mim foi longa, mal consegui dormir.
No dia seguinte, voltamos para Corupá, bem cedinho, às 6h30 da manhã. Todos atletas reunidos esperando a hora da largada, Cláudio, Adriana e Rudival largaram às 8h da manhã, porque iriam fazer os 40km e eu ali fiquei esperando a minha hora para sair as 8:30 h.  Estava cansada, mas eu não cheguei até aqui para desistir, comecei devagar, logo a frente da largada haviam 2km de paralelepípedo e já queria parar, continuei devagar até o 4km onde ganhei energia, meu nariz tinha destrancado, parecia até outra pessoa.. Assim conclui meu percurso muito bem e com meu tempo melhor do que eu esperava, fiquei super feliz quando cruzei a linha de chegada e ainda mais feliz quando fiquei em terceiro lugar na minha categoria, e o  nosso amigo Rudival pegando o terceiro lugar também na sua categoria.
Nosso mestre e nossa amiga Adriana, na minha opinião, são os maiores vencedores dessa prova, porque tiveram a consciência de que se for pra correr pra se machucar/lesionar não vale a pena! Corremos pela nossa saúde e paixão pela corrida!!
Claudio e Adriana são nosso orgulho e exemplo de superação... Irei colocar ao final do texto o e-mail do nosso presidente aonde fala o que ele e a nossa amiga sentiram.
Quanto a TRC, estão de parabéns pela organização espetacular, fitas de marcação a cada 5 metros e bombeiro nos pontos 

mais difíceis do trajeto



Ano que vem se Deus quiser, estarei novamente, para um novo desafio. Abraços à todos.

Fátima Ribeiro



(e mail do  Claudio Guras, direcionado aos “Jacarés de Conga”)

Sobre a prova em Corupá, QUEM VAI FAZER O TEXTO É A APARECIDA DE FATIMA, mas quero aqui colocar a todos algo que considero extremamente importante em solidariedade e apoio a uma GUERREIRA.
 
Devido a forte chuva que houve na madrugada de sexta para sábado em Corupá  e região, três minutos antes da largada, houve o aviso da mudança no trajeto original, uma vez que o Corpo de Bombeiros, vetou a primeira parte do percurso, onde iriamos passar por três rios e os mesmos ficaram intransponíveis.
O percurso inicial que seria de 42 km....passaria a ter 46 km...em duas voltas de 23km......que era o percurso menor. 
Existem momentos na nossa vida em que por mais obsessão que tenhamos em conquistar algo, devemos ter consciência e cautela para sabermos como prosseguir e se devemos prosseguir.
Participar de provas, as quais tendo seus tempos limites e sendo de grande dificuldade os seus trajetos, como foi a Subida da Graciosa e  Ambrosios....02.30 h e 06.00 hs o tempo limite, onde conclui com 02.31 hs e 06.05 hs cada qual,  já me faz ficar com o sinal de alerta ligado, para ter controle do tempo na prova.
Em Corupá, uma prova que teria 42 km e 08 horas para conclusão, não seria diferente, porém aumentando para 46 km..........o sinal de alerta ficou mais intenso ainda.
Ao chegar na placa de 12 km.........pelo tempo que eu havia percorrido, olhei para o relógio e já fazia 01.59 hs que eu estava no percurso....isso mesmo...12 km..01.59h.......comecei a calcular a probabilidade de conclusão da prova, e tudo dependeria dos próximos 11 km, onde coloquei na minha  mente que se eu fechasse a primeira volta com 03.30hs ou próximo disso eu iria para a 2ª volta, mas não sabia o que tinha pela frente ainda.
Alguns KM  a frente avistei a Adriana tomando um banho em uma das varias bicas que foram colocadas pelos moradores da região para os atletas.
Passamos a seguir quase que no mesmo ritmo, onde as vezes eu estava a sua frente e em alguns pontos ela estava na minha frente.
Ao chegar na placa de 18 km, olhei para o relógio e já tinha percorrido 03.30 hs.........o que me fazia refletir muito já sobre a continuidade ou não.
Conversando com a Adriana no trajeto eu já a avisei de minha intenção.
Quando chegamos no centro de Corupá, concluindo a primeira volta, o tempo nosso era de 04.15 hs e perguntei ao Bonatto (organizador) se havia alterado o tempo de conclusão da prova e ele avisou que passou para 09.00 hs e que a partir desse horário a estrutura seria desmontada.
Fiz a primeira volta em 04.15hs e tinha pela frente 04.45 hs para fazer todo o trajeto, o qual agora já conhecia e sabia do alto grau de dificuldade do mesmo, quando tomei a decisão de encerrar ali a minha participação............e ai a Adriana, pensou, relutou, meditou............e acabou também não querendo continuar em frente. TALVEZ, o que mais fez ela encerrar a sua participação ali, foi o fato de EU não querer continuar, pois acho que se ela estivesse sozinha, na minha frente teria ido adiante.
O Rudival havia passado a primeira volta com 04.00 hs e seguiu em frente.
Logo após darmos por encerrada nossa participação, chegou a Aparecida de Fatima, que estava inscrita nos 23 km, concluindo a prova brilhantemente com 03.47hs...sendo que eles largaram 30 min depois.
No momento em que optamos em não seguir para a 2ª volta, o choro da Adriana, foi inevitável.....pois essa GUERREIRA,  mãe dedicada, filha exemplar, esposa querida, enteada respeitada, foi para Corupá, determinada, preparada........pois treinou firme, "focou" no evento e queria sem duvida cruzar a linha de chegada com muito brilho e alegria e retornar para casa com o seu objetivo alcançado.
Me sinto culpado pela sua NÃO continuidade na prova, mas EU sei que a minha decisão de não continuar foi a mais coerente, ainda mais quando o Rudival concluiu a prova com alguns segundos passados das 09.00hs de prova.
QUERO aqui dizer a essa JACAROA .........Adriana Cristina Alves...a mãe da Sophia e da Natali, a filha do Zé................
"VOCE não quebrou, você não abandonou, você não desistiu............você apenas  RECUOU.............e saber o momento certo de recuar é a mais "legitima" forma de sabedoria, que a melhor estratégia é o saber recuar quando se sabe que pode vencer. Para qualquer momento em nossas vidas o mais importante são decisões que tomamos, pois são elas que farão a diferença no futuro."
 
KILIAN JORNET............considerado atualmente o melhor atleta de corridas de montanha do mundo, disse "Tenho muitos limites. O importante é chegar o mais próximo deles, MAS nunca ultrapassá-los"
 
 
E quanto ao péssimo e infeliz comentário que ouvimos por parte de uma atleta de outra EQUIPE,  durante o jantar........"ISSO É PARA OS FORTES E NÃO PARA OS FRACOS"..............
te digo AMIGA ADRIANA.
 
FORTE - não é tentar mostrar e demonstrar que sabe tudo.......não é concluir provas e superar obstáculos, e menosprezar  a aqueles que não conseguiram.
 
FORTE - é ser CONSCIENTE, AMIGA, GUERREIRA, INCENTIVADORA, saber agir com MATURIDADE, saber SEUS LIMITES, RESPEITAR OS COLEGAS E OS CONCORRENTES, USAR a RAZÃO.
 
FRACO - é achar e se considerar MELHOR que os outros.....desprezar e demonstrar que se é MAIOR.....o fraco jamais perdoa.
 
GHANDI.....disse uma vez........." o que mais me impressiona nos fracos, é que eles precisam de humilhar os outros, para se sentirem fortes."
 
A VOCÊ GUERREIRA E EXEMPLO DE MULHER, MÃE, FILHA E JACAROA..........digo.........................         não DESISTIMOS, apenas recuamos conscientemente em não fazer a 2ª volta, e que já temos mais força e mais energia para enfrentarmos novos obstáculos e desafios..................que estou bem consciente do que fiz e que VOCE continua sendo a mesma JACAROA...........EXEMPLO PARA TODOS NÓS.
O que aconteceu em CORUPÁ, não deve ser apagado jamais, muito pelo contrario, é para ficar bem guardado em nossa memória.............foram 23.200 metros de DIFICULDADES ao extremo, de só quem passou por lá sabe......e como voce mesmo disse.....PARA TUDO TEM UMA PRIMEIRA VEZ........então que sejamos nós, eu e voce os primeiros a tomar uma decisão de recuar em um evento.
 
QUE SEU PAI E SUAS FILHAS .....que já estão correndo graças a VOCE, sejam o seu estimulo, a sua inspiração, o seu animo......que a FAMILIA JACARÉ DE CONGA seja o seu alicerce na continuidade em encarar novos desafios e superar novos obstáculos e  CORUPÁ que nos aguarde, porque em 2015...se DEUS quiser estaremos lá novamente.
 
Um grande abraço à todos


Claudio Guras



MEIA MARATONA RIO/MAFRA - 16/02/2014


No domingo dia 16/02, foi realizada  a Meia Maratona Rio/Mafra, uma corrida com muitas subidas e como é realizada em um vale o calor era um inimigo a temer, mas ele não foi o vilão desse ano, pois foi realizada com um tempo nublado e a dificuldade foi o vento muito forte, em certos pontos subida + vento contra = esforço dobrado!!!
Eram 5:00 h da manhã de domingo alguns Jacarés  foram em direção a mais um desafio um grupo saiu da minha casa: eu, Fátima, Kaylaine, Robson e Sr Jair (sogro do Robson) outro grupo da casa do presidente Claudio: Sassá, Adriana, Letícia, Guilherme, Miguel, Cido, Sandra, Rudival e Gabardo e ainda nos encontramos no caminho com Fabiano Teis, Kellen e Yago, um pouco mais tarde iriamos encontrar meus pais Izidio e Dorcas, minha vó Izabel e também minha madrinha Telo que mora em Rio Negro.
Como sempre a organização da prova estava a contento e com a participação do global Clayton Conservani que ministrou o simpósio da corrida no sábado, encontramos também Paulo Bis e o Jonas um pouco antes da largada. As 7:30 h em ponto foi dada a largada com um clima ameno, propicio a prática de corrida, com ponto de hidratação de 3 em 3 k, e isotônico de 6 em 6 km e gel no km 12, mais como comentei anteriormente subidas e vento contra não desanimou nenhum jacaré de conga, pois somos casca grossa!!  E como nossa camisa azul não passa desapercebida tivemos vários atletas dando aquele apoio e força e também retribuímos os incentivos, pois em um esporte como esse temos vários colegas, amigos e conhecidos.
Já passava um pouco de 1h:40m de prova começava a chegar a jacarezada cada um no seu ritmo, e assim um a um foi indo em direção a retirada das medalhas, kit de frutas, sorvetes, toalha de rosto e um grupo de uma faculdade fazendo massagem e relaxamento  os atletas, após  o fim da prova nos reunimos e fomos convidados a almoçar na casa de minha madrinha onde fomos muito bem recebidos e após almoçarmos retornamos a nossa cidade natal!!
Parabéns a todos os participantes da prova e de uma forma especial aos jacarés que abrilhantaram mais uma prova!


Abraços

Wagner XEXA

TRIATHLON DE VERÃO GUARATUBA - 16/02/2014


No último domingo (16/02/14), foi realizado o 5º Sprint Triathlon em Guaratuba.
No sábado, durante o simpósio, já foi mencionado sobre a possibilidade da prova virar um Duatlhon, o que realmente aconteceu.
Devido as mudanças climáticas o mar estava de ressaca ( o mar e não os atletas kkk) e devido as rajadas de ventos que ultrapassavam os 70 km/h, o corpo de bombeiros não liberou os atletas para entrar no mar (ufa ainda bem kkk, porque eu estava morrendo de medo. Poucos conseguiriam sair do mar naquelas condições). Assim, os 750 mts de natação foram substituídos por 2,5 km de corrida e as distâncias ficaram assim: 5km (corrida) / 20km (ciclismo) / 2,5km (corrida).
Foram mais de 250 atletas inscritos entre os competidores individuais e as equipes de revezamento, tendo participação de atletas da Argentina, França, Bélgica e México.
Eu (Ciomara) e o Anderson Quevedo, fizemos uma dupla no revezamento, onde o Anderson realizou as 2 primeiras partes da prova e eu finalizei com o último trajeto da corrida. Concluímos a prova em 1:19:26, terminando em 11º lugar na categoria e 106º da classificação geral, que teve 177 atletas/equipes concluintes.
O percurso realizado pelo Anderson foi surpreendente, finalizando 5km em 21:49 e 20 km em 42:04. Eu, ajudada pelas rajadas de vento a favor (rsrsrs) fiz o primeiro km mais rápido de toda a minha vida em 5:28, fechando os 2,5 km em 15:33, o que me deixou muuuiiittttooo feliz. (todos os tempos incluem as transições).
O nosso amigo Cleverson Luis Del Secchi foi o campeão da MTB e terminou a prova em 1:03:05.

Que venha o próximo Triathlon!


Ciomara



CORRIDA SESC - Etapa Cornélio Procópio - 16/02/2014


Estamos participando cada vez mais e mais das Aventuras dessa turma apaixonada por qualidade de vida e desafios e temos vivido momentos fantásticos. Não seria diferente nesta corrida a 1ª etapa Sesc caminhada e corrida de rua ... às 5horas da manhã de Sábado os Jacamigos José Gracia, Marlete, Maria Luisa, Cláudio, André Garcia e Alessandra (eu) estavam se preparando para mais uma super viagem com destino à Cornélio Procópio ... viagem maravilhosa, primeira parada São Sebastião da Amoreira para deixarmos o casal José Gracia e Marlete na casa de seus primos (mas que à noite estariam conosco lá para corrida) ... Segunda Parada Hotel Aquativa onde ... bem onde fizemos uma breve visita para conhecermos o lugar ... hotel lindo aconchegando mas provavelmente neste fim de semana havia algum encontro de homens no local, pois para onde olhávamos tinham homens (na piscina jogando volei, na hidromassagem, na academia, nas cadeiras, na trilha, aff ... estava tudo dominado ... hehehe). No hotel conhecemos "o tripinha" sujeitinho gente boa que nos convidou para cairmos na piscina e fazermos uma aula de hidroginástica com ele, agradecemos o convite mais como não éramos hospedes não pudemos desfrutar de sua aula, nos partiu o coração ver que "ninguém aceitou o convite do tripinha" e lá ficou ele "saracotiando"sozinho. Na saída do hotel descobrimos uma mina de Goiabas que saboreamos e que nos acompanhou a viagem toda trazendo aquele aroma agradável no carro (até nosso retorno à São José dos Pinhais) Próxima parada - a cidade onde correríamos à noite - chegamos e já descobrimos que não seria fácil o desafio pois a cidade toda era de ruas com subidas imensas. Almoçamos em um lugar maravilhoso e nos dirigimos para onde estaríamos retirando os Kits, neste momento começa a Saga "André Garcia - em busca do atestado e a Façanha da Caminhonete Hilux". 1º nossos nomes estariam em uma listagem na parede do local, todos estavam lá, mas na hora de pegar os kits cadê o kit do André ... ah e o pessoal que estava entregando os kits foi categórico - não entregariam o kit para ninguém que não tivesse o atestado, estava lá o André Garcia com todos os exames mas sem o bendito atestado, pois havia perdido a consulta com o médico 1 semana antes e tentado na sexta falar com o mesmo mas sem resultado positivo, uma das moças que estavam lá entregando os kits comentou de uma UPA ali perto onde ele poderia conseguir o atestado, nos dirigimos para lá mas nos deram a informação que lá ele não conseguiria mas que na Santa Casa ele conseguiria, lá estavam os Jacamigos indo em busca da Santa Casa, quando chegamos lá a moça da recepção nos informou que lá também ele não conseguiria mas havia possibilidade dele conseguir o "Bendito atestado" pagando R$ 200,00 em uma consulta particular (tchau tchau Hilux hehehe) ... Saímos de lá pensando que não haveria mais como o  André correr com a inscrição somente de "pipoca". Pela parte da tarde o Jacamigo Cláudio e a primeira dama encontraram um dos organizadores que estava sabendo da situação do André e disse que a partir das 16:00hs da tarde estaria de plantão um médico que daria ao mesmo o tão suado atestado. Marcamos de nos encontrar novamente às 18:00hs e o Cláudio informou ao André sobre o médico (os olhos dele brilharam ele estava saindo do hotel de chinelo de dedo, voltou correndo colocou tênis, shorts, e a camiseta dos jacarés). Chegando na praça onde seria a largada André ia de um lado para outro perguntando aqui e ali até chegar no médico - Drº Samuel - que viu os laudos e que liberaria ele para correr. Mas teria que esperar o responsável para dar Ok e liberar o laudo dele. Quando o responsável chegou liberou mas faltava ainda um pequeno detalhe, o Drº Samuel por sorte tinha com ele seu carimbo mas não tinha papel timbrado, entrou em ação a Ivani que nos deu atenção especial, correu atrás do papel e conseguiu para o André e para mais um outro corredor - o Amarildo -  que tinha também os laudos em mãos mais não tinha o atestado (foto anexa mostra o Drº Samuel e Ivani). Amigos se vocês pensam que a Saga acabou estão enganados, quando eles conseguiram o atestado tinham que buscar os Kits no centro de eventos que era umas 3 ruas acima (lembrando aquelas subidas imensas da cidade), o André e o Amarildo tinham mais um desafio ir até lá pegar os kits e voltar a poucos minutos da largura ... e lá foram eles ... André no meio do caminho encontra alguns meninos na rua de bicicleta, pede a eles a bike emprestada, pega a bike e bora ao centro de eventos (Amarildo que por sua vez já havia corrido a São Silvestre foi correndo para aquecer), chegando no centro de eventos o segurança não deixa eles entrarem mas nossa amiga Ivani lá da praça ligou para Tatiane (uma das moças da entrega dos kits) que saiu ao encontro dos atletas pegou o atestado e liberou os mesmos para a corrida. Ufa ... quanta correria, retornar, devolver a bike, colocar o chip, número do peito, pegar o kit e deixar o mesmo na tenda do guarda volume e chegar a tempo (apenas 2 minutos antes da largada) não é para qualquer um não, só para jacaré que é casca grossa e não desiste nunca (Hilux aos 48minutos do segundo tempo hehehe). André correu ao lado da esposa (Eu) dando todo suporte ajudando a vencer cada subida interminável ... chegamos a mais um desafio cumprido, medalha na mão e esta com gostinho todo especial não é André hehehe ...
Na hora da entrega dos troféus (troféu este muito cobiçado por mim - pois era o símbolo da cidade - o Cristo) o André ainda passou por mais uma, um "tiozinho que estava mais pra lá de bagdá do que pra cá" parou na frente dele e o chamou ... disse que o André era o namorado perdido dele ... o Cláudio e eu nos partimos na risada ... e olhe que o meliante ficou um tempinho ali parado esperando o abraço do André ... só ficou querendo mesmo ... hehehe ...
Depois da corrida passamos na Pizzaria Bella Nona onde comemos uma pizza de Rúcula com tomate seco uma delícia (os meninos optaram por algo mais calórico). Descansamos lá na cidade mesmo, tomamos no outro dia um café maravilhoso e carregamos nossas coisas para a viagem de volta.
O retorno foi super tranquilo, meio que nos perdemos para passar por São Sebastião da Amoreira mas no fim tudo certo ... viagem boa ... o André veio contando seus "causos" hehehe ... chegamos novamente à nossa terrinha ...
Parabéns à todos os Atletas que venceram mais este desafio e abrilhantaram mais este evento e os demais eventos deste final de semana ... até a próxima !!!
Ah e a Façanha Hilux mais informações teremos em breve !!! hehehe ...


Alessandra Vieira 

10ª CORRIDA NOTURNA UNIMED CURITIBA - 15/02/2014


Foi uma prova memorável. Esta foi a minha primeira prova a dois anos atrás. Relembrar as emoções sentidas em 2012, mas desta vez com muito mais condicionamento, foi especial.

A organização foi impecável. Melhor ainda o preço para quem tinha convênio UNIMED. Pagamos um preço justo, ganhamos uma camiseta boa e bonita e um brinde da Vapza muito bom. Esta prova tem uma vibe especial, não é a toa que é chamada de a mais badalada.

Estiveram presentes cerca de 10 a 15 jacarés e na prova eram mais de 4000 participantes formando um mar de gente na largada dentro do campus da UNICENP. Eram tantas pessoas que nós demoramos mais de 5 minutos para passar pela largada.

A prova foi bastante segura e sinalizada, não havia como errar.

Para mim a prova teve gosto de superação. O clima frio (em torno de 15 graus) estava perfeito para dar o meu máximo. O percurso de 5km tinha algumas subidas suaves, então não perdi o ritmo, já acostumada com as subidas do treino no circuito Jacaré de Conga. E consegui manter uma velocidade média que nunca havia alcançado antes. Ao contrário da prova de 2012 em que todos me ultrapassavam, nesta eu ultrapassei muita gente, mas para mim isso significava estar me ultrapassando, ultrapassando os meus limites. Não escondo de ninguém o quanto é difícil para mim correr. E fico muito feliz quando me dou conta de que conforme o tempo passa, está ficando menos difícil e mais prazeroso. E conforme via que o tempo estava a meu favor, ficava mais animada e corria mais, tanto que a minha maior velocidade foi no kilômetro final. Fiquei muito feliz por completar a prova em 30:45. É um tempo acima da minha média. O máximo que havia feito em provas de 5km era 34 minutos. Apesar de o circuito não ter exatamente 5 km (o GPS marcou 4,670 km) eu teria feito 5km em 32 - 33 minutos.

Na chegada, fomos recebidos com água, frutas, medalha e isotônico.


Lilan B. Bissule

CORRIDA DA LUA CHEIA – 72ª Etapa - 12/02/2014


De mãe para filha: quando a corrida se chama amor!
E chegou a grande noite -  2ª prova do ano de 2014, chegamos ao parque antes do anoitecer e logo foram chegando os amigos da equipe Jacaré de Conga.
Todos com a mesma alegria e com muita disposição para encarar uma corrida com o clima quente que tem feito em nossa região.
Amigos Jacarés reunidos: Bora, que vai ser uma largada só: as 20:30 h.
Quanta  satisfação tenho eu, de estar ali acompanhada de tantas pessoas maravilhosas, amigos parceiros e companheiros de tantas batalhas. E a alegria se multiplica quando me vejo com uma parte da minha família,  preocupados com a qualidade de vida.
Meu pai (José Gracia) que já esta empolgado e não é de hoje, Marlete sua esposa, retomando as atividades da corrida e minha querida filha Nátali que esta descobrindo esse mundo novo.
Em meados 2009, quando comecei a participar da primeira corrida da minha vida ( foram cinco quilômetros num trecho pra mim muito difícil) com largada na praça nossa senhora de Salete , Circuito de Corridas da Caixa, minha filha ainda pequena com 9 anos – Fiz questão de levá-la , e toda vez que eu ia participar de alguma prova de corrida, gostava de que ela assistisse às competições.
Eu me divertia a valer.
Mais que me sentir motivada para correr e, ao fim da corrida, ganhar uma medalha, meu maior incentivo vinha do fato de saber que, ao cruzar a linha de chegada, lá estaria minha Natali a me receber com um abraço apertado e beijos.
Naquele momento, eu me sentia não apenas uma mãe, mas uma mãe atleta, uma mãe campeã.
Levá-la  às corridas era (é) uma maneira de incentivá-la a gostar de praticar alguma atividade física – não necessariamente a corrida – e, posteriormente, fazer daquilo um hábito.
Acredito absolutamente que o esporte é a grande oportunidade para que, não apenas as crianças, mas, todos nós, possamos dar conta das nossas infindáveis possibilidades diante da vida.
Pelo esporte, aprendemos a crescer.
Pelo esporte, lidamos, a todo momento, com obstáculos e dificuldades e, no decorrer deste aprendizado, somos estimulados a ter a autoestima elevada, a acreditar em nosso potencial, na nossa capacidade de superação.
Pelo esporte, podemos despertar aquele poder adormecido dentro de cada um de nós.
Levar a Nátali às corridas, é, também, uma forma de ratificar aquela máxima, segundo a qual muito mais importante que falar é o exemplo que damos.
E parece que a coisa vem dando certo.
Acho que de tanto presenciar minhas freqüentes saídas para correr, minha filha acabou por despertar o desejo de experimentar a coisa.
Juntas e com os demais amigos da equipe jacaré de conga, nos colocamos na linha da largada, ela estava tensa, preocupada, estava ali posicionada a largar em sua primeira corrida;  e eu dava a ela meu próprio exemplo dizendo que eu nunca cheguei em primeiro lugar e sei que não chegarei, afinal, além de não ter qualquer preparo para isso, não corro para ganhar a competição, corro para viver a emoção de estar ali. Corro para contemplar. Corro por prazer.
E foi então que soou o toque da largada as 20:35 h , eu disse: Vai filha, fica tranquila, vai pelo cantinho e se cansar não hesite em apenas caminhar, vai com Deus. E assim foi minha filha acompanhada pelo nosso amigo Jaca Rudival, que foi ao evento para apenas prestigiar .
Mais uma  noite linda e agradável.
Alessandra, Yonara e Eu , representamos nossa querida equipe e subimos ao pódio para receber nosso troféu em nossas categorias.
Jacarés presentes: Claudio, Paulo Correa,Alessandra, André, Marlete, Nátali, José Gracia, Suzane, Ciomara, Marcelo Pauletto, Andrea , Yonara e Rudival.
Parabéns a todos, e em especial a minha filha. Você foi sensacional.
Há tempos tenho dito que a corrida tem me oferecido coisas maravilhosas pela vida afora: mais saúde e disposição; um importante ganho físico, mas, sobretudo, mental; a possibilidade de conhecer muitos e novos lugares lindos; a oportunidade mágica das novas amizades, afinal tenho conhecido pessoas maravilhosas, guerreiras e lutadores, com as quais troco conversas, experiências e idéias e depois posso contar suas histórias. São coisas muito bonitas que acredito terem o poder de engrandecer qualquer pessoa.
Não podemos perder a ternura da vida!
Quando vejo minha filha correndo – meio que se espelhando no exemplo que posso lhe dar – comprovo que não há preço que se pague por isso.
É ai que sinto que devo correr ainda mais.
E o motivo especial que me faz correr, ele tem nome: AMOR!
As corridas para mim são infinitos quilômetros de amor.
Um grande abraço a todos e até a próxima se Deus quiser.


Adri Alves


JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO CIRCUITO LUA CHEIA 03/02/2014


Nesta segunda feira dia 03, foi realizado jantar de confraternização do circuito Lua Cheia 2013, no qual foi efetuado a entrega dos troféus anuais, a que cada atleta tinha direito.
Pelo segundo ano consecutivo, o mesmo foi realizado no restaurante Velho Madalosso em Santa Felicidade.
Se a EQUIPE JACARÉ DE CONGA, talvez tenha sido a EQUIPE que mais atletas inscreveu durante o ano no circuito, também no jantar, pelo que se podia ver, era a EQUIPE com o maior número de participantes.
Volto a dizer, que para a minha pessoa, o circuito Lua Cheia é especial, é interessante, tem muitas historias e muitas conquistas pessoais e em EQUIPE.
O circuito Lua Cheia eu poderia chamar de laboratório, de palco de festas, de remédio que revitaliza, de injeção de animo, de uma sala de aula na disciplina de matemática e de muitas outras coisas.
Não vou mencionar nomes para não cometer equívocos, mas se eu não estou enganado houve 12 troféus entregues no ranking anual por categoria.........o que representa por baixo.....no minimo 84 participações de diferentes JACARÉS, isso baseando-se no minimo de participações exigidas para se ter direito ao troféu por ranking.
Também se eu não estou equivocado, foram 15 troféus do corri todas.....e fazendo novamente a matemática......15 x 12 = 180 participações no ano, alguns talvez não tivessem as 12 participações propriamente dita............mas vamos pensar que houve aqueles que não participaram também de todas as provas e que também não conquistaram troféu no ranking.
JANEIRO de 2013, corrida em homenagem a EQUIPE JACARÉ DE CONGA.........95 JACARÉS participando da prova.
NÃO TEM COMO NÃO CONSIDERAR O CIRCUITO LUA CHEIA ESPECIAL.
Vários Jacarés presentes no jantar, o MANTO AZUL predominando, muitas conversas, risadas, muito bate papo, comida excelente. Iniciado a entrega dos troféus, pelos atletas nota 10, depois os do ranking geral e ai houve o inicio da entrega por categoria no ano, o que transcorria tudo muito calmo e tranquilo até chegar na categoria 40-44 feminina nos 8,6 km, quando o narrador sabendo o que já iria acontecer, mesmo antes de anunciar qualquer nome nesta categoria, já falou que a EQUIPE JACARÉ DE CONGA dominou a categoria, e ai foi o inicio da "bagunça" sadia, alegre, barulhenta, tanto que a Adriana nem ouviu o nome dela ser anunciado, e somente o da Aparecida de Fátima.........e dai em diante...só barulho da Jacarezada que a cada momento ouvia o nome deste ou daquele ser mencionado no microfone. O Sassá até tornou-se ajudante do organizador, tentando melhorar o som das caixas.
O Conguinha e o Alienígena não conseguiam mais voltar a mesa, pois a cada instante estavam nas mãos dos que iam receber seus troféus.
TODOS e quando digo TODOS, não são somente os que receberam seus troféus, mas SIM, TODOS que participaram tenha sido uma, duas, cinco, dez ou as doze etapas são dignos de aplausos e de receber PARABÉNS.  Ninguém em nenhuma etapa correu sozinho, tenha sido em uma noite quente ou fria, seca, umida ou debaixo de uma tempestade, tenha tido vento ou não.
O troféu ou os troféus que cada um recebeu, tem um pouco de todos, que durante  o ano foram amigos, companheiros, solidários, incentivadores e que em todas as etapas estavam presentes como FAMÍLIA JACARÉ DE CONGA.
Quando o Zé e a Virca, após receberem seus troféus, vieram me agradecer pelo apoio e incentivo, eu me senti representando uma EQUIPE inteira, pois foram TODOS apoiando TODOS.
Quando recebi meu troféu corri todas, rapidamente me passou um filme pela cabeça, 12 capítulos, com 11 participações, alegria, felicidade, orgulho e principalmente a certeza de que TUDO ISSO VALEU E VALE A PENA........e agradeço a DEUS por mais este circuito concluído na companhia de pessoas tão queridas e especiais.
E para quem acha que atravessar a cidade de Curitiba, uma vez por mês, encarar o caos no transito e voltar tarde é algo cansativo, estressante...........imagina aquela família que recebeu os troféus e que vieram 12 vezes no ano de Joinville até Curitiba para participar do circuito.
Como disse o Anselmo quando ouviu que eles vinham de Joinville......."E A GENTE RECLAMA DE ATRAVESSAR A CIDADE"....
Cada um que recebeu um troféu tem razões para comemorar e sorrir, mas sem duvida, TODOS são vencedores, são guerreiros, são pessoas que "correm" atras de uma qualidade de vida melhor, de uma saude melhor, de uma convivência com pessoas que não nos cobram nada e que nos dão tanto. Aos que participaram pela primeira vez deste circuito em 2013, aos que lá estiveram tão somente na primeira etapa, em janeiro de 2013, "engrossando" o numero de participantes na prova comemorativa da EQUIPE, a quem pela primeira vez encarou uma corrida noturna, a quem fez a primeira corrida acima desta ou daquela quilometragem que até então havia feito, a quem foi simplesmente caminhar para estar junto com os amigos, a quem foi só ficar cuidando da tenda, a esposa que fez sua primeira caminhada, ao pai  e a mãe que foram pela primeira vez em um evento,  quem mesmo contundido, não deixou de participar, mesmo que tenha somente caminhado, a quem levou o amigo e a amiga para conhecer o circuito, a EQUIPE, aos "loucos" que não se intimidaram com frio e chuva, TODOS são exemplos, orgulhos e pessoas iluminadas.
Cada medalha conquistada, não importa qual tenha sido ou quais tenham sido, daquelas doze que o Sassá levou com ele no jantar, representa a conquista pessoal de cada um, de ter uma ou mais medalhas do circuito de corrida noturna mais realizada no mundo e de conquista-la representando e fazendo parte de uma EQUIPE incrível.
Aos que no transcorrer das doze etapas, subiram ao pódio vestindo o MANTO AZUL, também o nosso reconhecimento e orgulho de nos representarem, de serem nossos amigos e companheiros em muitos desafios.
Que DEUS  ilumine a todos sempre, que haja muitos jantares, muitas festas com a presença de JACARÉS, que haverá também alegria, descontração, união, gargalhadas e muito o que comemorar.
Um grande abraço a todos que desfilaram no TINGUI em 2013, que tornaram uma noite por mes, todos os meses de 2013, independente do clima, uma noite ESPECIAL, cheia de calor humano, respeito e com muitas historias e momentos gravadas em nossa memória.
PARABÉNS a todos.


CLAUDIO LUIZ GURAS

CORRIDA PORTONAVE - NAVEGANTES SC - 02/02/2014


No último domingo dia 02,foi realizado a corrida PORTONAVE em Navegantes, SC. 
Mais uma cidade que entra para a lista de cidades onde a EQUIPE JACARÉ DE CONGA, se fez presente.
Nesta etapa, estiveram presentes Daiane Martinatto nos 05 km, Andre Garcia, Alessandra, Anderson e Claudio nos 10 km e tivemos a companhia da Maria Luisa nos incentivando e apoiando.
A largada foi as 08:15 h, percurso totalmente na areia da praia no sistema bate volta para ambos os percursos.
O forte calor foi o maior adversário nesta prova, onde alguns atletas desmaiaram durante o percurso necessitando de atendimento médico.
Após concluirmos a prova, eu, o Anderson e o Andre relaxamos tomando um bom banho de mar.
A Alessandra nos últimos quilômetros do trecho de 10 km, sentiu muito a alta temperatura, mas tendo o apoio do esposo, concluiu a prova brilhantemente, exausta, "pregada", mas muito feliz.
A Daiane retornando as corridas estava muito contente por ter concluído a sua participação.
O Anderson fazendo sua primeira prova do ano, já abaixo de 50 min. e o Andre sendo o grande incentivador da esposa no final do percurso quando este a alcançou.
Como havia premiação em dinheiro, mesmo com a alta temperatura, os tempos que os vencedores de cada categoria concluíram seus percursos foi abaixo de 35 min.
Destaque do evento, foi existir a premiação para os moradores da cidade, dando um incentivo maior ainda aos praticantes do esporte na cidade.
A Alessandra e o Anderson em um determinado momento pós prova conversaram com um participante da prova e que é admirador da EQUIPE JACARÉ DE CONGA, o qual é da cidade de Guarapuava e acompanha nossas aventuras pelo blog.
Parabéns a todos pela participação, e eu faço um agradecimento particular ao Anderson e ao André que no sábado pela manhã me acompanharam no treino do circuito 20 K, onde perceberam a dificuldade que é o trecho desta prova.
VALEUUUUUUUUU JACAREZADA.....não importa a temperatura.........a JACAREZADA é casca grossa mesmo..


Claudio L. Guras

CIRCUITO DO SOL - ETAPA CURITIBA - 02/02/2014

A etapa Curitiba do Circuito do Sol, com percursos de 5 km e 10 km, aconteceu no domingo, dia 02/02/2014, com largada no Jockey Clube. Inicialmente a corrida aconteceria em 19/01, com largada no Museu Oscar Niemeyer. O que pode ter causado muitas desistências, pois é um percurso já conhecido e “gasto” por outras provas

Eu me voluntariei a pegar os kits dos Jacarés e confesso que nem dormi direito com a responsabilidade de não perder a hora no dia seguinte e deixar o pessoal sem número e chip. Mas tudo deu certo. Percebemos que o número de pessoas era bem menor que a Corrida das Estações de dezembro, que acontece no mesmo local, portanto não havia nenhum tipo de tumulto.

Logo após a retirada dos chips, os Jacarés Elcio, Rubens e sua esposa, Adri Alves, José Garcia e Hadart vieram ao meu encontro no local combinado. Tati Rabitto, Samuel, Yonara, Paulo Bis e Nizete apareceram em seguida pra completar a turma.

Eu me inscrevi para os 10 km, o que também foi outro motivo de ansiedade. Minha estreia em corridas foi em 2008 na corrida de 10 km da Maratona de Curitiba. A lembrança que eu tenho daquela prova é de que ela foi muito sofrida, pois não fui tão bem treinada e esperta: corri em um ritmo forte demais logo no começo, fiquei esgotada já na metade e terminei a prova com muita dor... Desta vez, cuidei do pace e não repeti o erro, terminando a prova bem tranquila, sem nenhum desconforto e conseguindo sorrir para as fotos! 

Corri na companhia da Tati Rabitto e da Nizete até onde os percursos de 5 e 10 km nos separavam. No caminho, encontrei o Elcio e o Rubens, que sempre parava para registrar a corrida e fez fotos ótimas de todos. Não vi nem o rastro do Samuel e da Adri que dispararam! O Samuel terminou a prova e gentilmente voltou trazendo água e verificando o estado dos companheiros de equipe.

Correr na nossa própria cidade não é novidade, então nossa atenção não é fisgada por novos lugares. E daí é que você começa a reparar mais nos seus companheiros corredores e vê muita coisa... Vê a festa que os integrantes de equipes fazem quando se encontram no caminho, pessoas dando risada no meio do suor e do grande esforço, o papai com o carrinho de bebê que parou um pouco no penúltimo km porque o filhote sinalizou que já era a hora da mamadeira, vê aquela senhora correndo forte e deixando muita gente jovem pra trás (e sente um enorme orgulho alheio), vê as pequenas conquistas dos seus companheiros de corrida comemorando o fim de cada km... Vale MUITO a pena estar ali às 07:30 h de uma manhã de domingo.


Beijocas e até a próxima prova!

Suzane